A arte da mágica ou do
ilusionismo impressiona. Sempre que pode o assunto vira tema de filme em
Hollywood e, na maioria das vezes, em obras bem positivas como “Scoop – O Grande
Furo”, “O Ilusionista” e o ótimo “ O Grande Truque”. E depois do surgimento de
Mister M, mágicos de todo o mundo precisaram pensar em novos truques pra poder
instigar o público.
Desde esta sexta em cartaz em todo o Brasil, “Truque de Mestre” mostra quatro
ilusionistas amadores (Jesse Eisenberg, Isla Fisher, Woody Harrelson e Dave
Franco) que tentam alcançar a fama. Eles pouco se conhecem, mas uma pessoa
misteriosa resolve juntá-los para montar três grandes truques que envolvem
roubos - ou uma espécie de ode a Robin Hood em 2013. Um começo que lembra
bastante "Onze Homens e Um Segredo".
Logo acompanhamos o primeiro roubo, quando o quarteto se apresenta em Las Vegas, mas ‘assalta’ um banco na França. Todo o dinheiro aparece do nada nos EUA, e é dividido entre os espectadores do show. Entra em cena o agente do FBI (Mark Ruffalo) e a agente da Interpol (Mélanie Laurent) que vão tentar durante todo o longa desvendar os segredos do grupo de ilusionistas.
Logo acompanhamos o primeiro roubo, quando o quarteto se apresenta em Las Vegas, mas ‘assalta’ um banco na França. Todo o dinheiro aparece do nada nos EUA, e é dividido entre os espectadores do show. Entra em cena o agente do FBI (Mark Ruffalo) e a agente da Interpol (Mélanie Laurent) que vão tentar durante todo o longa desvendar os segredos do grupo de ilusionistas.
As cenas dos shows, truques e perseguições são muito bem feitas e o elenco é afiado, cada um no seu núcleo. As participações de Morgan Freeman e Michael Caine, que já atuaram juntos outras vezes, são os pontos fortes. Os figurões mostram que mesmo com a idade avançada ainda podem ser aproveitados em qualquer gênero desse mercado.
O final pode não ser lá grandes coisas, mas também não é tão fácil de ser descoberto. A direção fica por conta de Louis Leterrier, que teve mais sorte aqui do que nos últimos filmes (O IncrÃvel Hulk, Fúria de Titãs). A câmera não para por um minuto, dando um ar ansioso, frenético, fazendo com que o espectador tente observar tudo, sem perder cada detalhe. Mesmo que cheio de clichês, “Truque de Mestre” cumpre bem o papel de entreter e prender a atenção do público, como um bom número de ilusionismo.
Não curti: Alguns truques, principalmente os que envolvem a
personagem de Isla Fisher, são irreais demais e destoam das outras mágicas.
Fica notório o uso de efeitos especiais, de computação.

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