Desde 2008, minha paixão por vampiros vai muito além do
açucarado mundo de Crepúsculo. Lançado no mesmo ano do filme de Stephenie
Meyer, True Blood é o oposto do filme aborrecente. Tem muito sexo, muito sangue
e uma história que saiu dos livros pra tela da televisão.
Na história somos levados até Louisiana, onde vive Sookie,
interpretada brilhantemente por Anna Paquin (que recebeu um Oscar, aos 11 anos
de idade, pelo filme O Piano, de 1993). Sookie pode ouvir a mente das pessoas,
mora com a avó e o irmão, numa cidade cheia de vampiros. Seres que começam a viver
normalmente com os humanos, mas que nem por isso deixam de seguir os instintos
assassinos. Mas os vampiros também precisam lidar com o homem, o que não é uma
tarefa fácil nem para os pobres mortais.
Já estamos na sexta temporada e de uma coisa os fãs de True Blood não podem reclamar: a séria nunca se repete. Não existe marasmo ali! Se antes fomos apresentados aos vampiros, logo apareceram lobisomens, fadas e bruxas, sempre mesclando ação e drama. E é isso que justamente chama a atenção no programa da HBO. A profundidade com que os personagens são tratados, o que pelo jeito agrada bastante aos fãs que mantêm a audiência estável nesses anos.
Mas com tantas temporadas, óbvio que a série também conta com alguns pontos negativos. Tem personagem antigo que, por vezes, parece sem função, como a Tara. Têm outros que entraram depois que o trem partiu e ainda não mostraram a que veio, como Alcide e toda a alcateia. Os lobos, realmente, poderiam desaparecer da série e não deixariam saudades. Também faltam mais cenas com os queridinhos dos telespectadores: Sookie, Bill (Stephen Moyer), Eric (Alexander Skarsgård), Jessica (Deborah Ann Woll) e a ótima e com as melhores frases Pam (Kristin Bauer van Straten). A química deles, juntos, rende sempre os melhores momentos.
No primeiro episódio desta nova temporada já sabemos que Bill está possuído pelo tal espírito maligno de Lilith. Numa praia, os personagens aproveitaram o momento desabafo. Começou com ação, foi pro drama e ainda teve espaço pra comédia. A nova, grande e sobrenatural família de Arlene e Terry promete muitas risadas. E pelo jeito, o tom político da série deve retornar, com a apresentação do governador de Louisiana. Tem tudo pra continuar agradando, com muito sangue, sexo e uma boa história. Um Crepúsculo evoluído e pra adultos.
Curti: O primeiro episódio da sexta temporada de True Blood foi perfeito. Mesclou ação, drama e comédia. Do jeito que os fãs gostam. Também deu indícios de um tom político a série, trazendo um novo ar à produção.
Não Curti: Alcide e todos os lobisomens. A cena com eles foi desconexa com o episódio. Tara também já podia ter encontrado a luz. E senti falta dos gritos de Sookie.
Já estamos na sexta temporada e de uma coisa os fãs de True Blood não podem reclamar: a séria nunca se repete. Não existe marasmo ali! Se antes fomos apresentados aos vampiros, logo apareceram lobisomens, fadas e bruxas, sempre mesclando ação e drama. E é isso que justamente chama a atenção no programa da HBO. A profundidade com que os personagens são tratados, o que pelo jeito agrada bastante aos fãs que mantêm a audiência estável nesses anos.
Mas com tantas temporadas, óbvio que a série também conta com alguns pontos negativos. Tem personagem antigo que, por vezes, parece sem função, como a Tara. Têm outros que entraram depois que o trem partiu e ainda não mostraram a que veio, como Alcide e toda a alcateia. Os lobos, realmente, poderiam desaparecer da série e não deixariam saudades. Também faltam mais cenas com os queridinhos dos telespectadores: Sookie, Bill (Stephen Moyer), Eric (Alexander Skarsgård), Jessica (Deborah Ann Woll) e a ótima e com as melhores frases Pam (Kristin Bauer van Straten). A química deles, juntos, rende sempre os melhores momentos.
No primeiro episódio desta nova temporada já sabemos que Bill está possuído pelo tal espírito maligno de Lilith. Numa praia, os personagens aproveitaram o momento desabafo. Começou com ação, foi pro drama e ainda teve espaço pra comédia. A nova, grande e sobrenatural família de Arlene e Terry promete muitas risadas. E pelo jeito, o tom político da série deve retornar, com a apresentação do governador de Louisiana. Tem tudo pra continuar agradando, com muito sangue, sexo e uma boa história. Um Crepúsculo evoluído e pra adultos.
Curti: O primeiro episódio da sexta temporada de True Blood foi perfeito. Mesclou ação, drama e comédia. Do jeito que os fãs gostam. Também deu indícios de um tom político a série, trazendo um novo ar à produção.
Não Curti: Alcide e todos os lobisomens. A cena com eles foi desconexa com o episódio. Tara também já podia ter encontrado a luz. E senti falta dos gritos de Sookie.
2 comentários
True Blood nunca decepciona. O único problema é aquela abertura bizarra. Depois de cinco temporadas já não consigo ver inteira.
ResponderExcluirSimplesmente AMO a abertura até hoje. Cada cena, a música, tudo! rsrsrs ;)
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