Ela é loira, foi estrela da Nickelodeon, Amy de Everwood,
participou de Brothers & Sisters e agora quer vingança a todo custo em
Revenge. Emily VanCamp é atriz desde o começo dos anos 2000, mas só agora figura
entre os melhores da televisão norte-americana.
Na pele de Amanda Clarke/Emily Thorne, Emily tenta vingar a morte do pai. Tudo isso no cenário bilionário e cheio de botox dos Hamptons, litoral luxuoso próximo a Nova Iorque. Entre mansões, roupas de grife, jovens bonitos e muito dinheiro, somos levados ao mundo dos traidores e das ambições.
Na pele de Amanda Clarke/Emily Thorne, Emily tenta vingar a morte do pai. Tudo isso no cenário bilionário e cheio de botox dos Hamptons, litoral luxuoso próximo a Nova Iorque. Entre mansões, roupas de grife, jovens bonitos e muito dinheiro, somos levados ao mundo dos traidores e das ambições.
Talvez por isso o público crie, logo de cara, um carinho
especial pela protagonista. A história é bem construída, os antagonistas são
malvados que fazem de tudo para se manter no poder e é impossível não esperar
com ansiedade as artimanhas criadas pela loura sofrida. Porque protagonista contemporâneo é aquele que pode ser bom, mas também mau.
Pra que os planos de Emily funcionem, ela conta com algumas ajudas. Nolan (Gabriel Mann) e o nada zen Takeda tentam cuidar das próprias vidas enquanto auxiliam a vingadora. A primeira temporada da série não apresenta personagens soltos, que não acrescentam. Mas na segunda, peca por deixar alguns deles sem qualquer função significativa. O fim de temporada, em maio, trouxe surpresas, mortes de atores insatisfeitos com os personagens e a saída do criador Mike Kelley da produção. Dizem que Mike preferia fazer temporadas menores, pra que a história não se perdesse - como acontece com grande parte das séries que duram mais de duas temporadas e apresentam mais de 20 episódios em cada uma delas.
Pra que os planos de Emily funcionem, ela conta com algumas ajudas. Nolan (Gabriel Mann) e o nada zen Takeda tentam cuidar das próprias vidas enquanto auxiliam a vingadora. A primeira temporada da série não apresenta personagens soltos, que não acrescentam. Mas na segunda, peca por deixar alguns deles sem qualquer função significativa. O fim de temporada, em maio, trouxe surpresas, mortes de atores insatisfeitos com os personagens e a saída do criador Mike Kelley da produção. Dizem que Mike preferia fazer temporadas menores, pra que a história não se perdesse - como acontece com grande parte das séries que duram mais de duas temporadas e apresentam mais de 20 episódios em cada uma delas.
Mesmo perdida entre tanta vingança, Revenge é uma delícia,
merece ser acompanhada e o último episódio da segunda temporada deixa um belo
gancho pra terceira, que volta em setembro. Ou seja, mais drama, mais mortes,
mais “olho por olho, dente por dente”, como diz a lei de talião ou de Emily
Thorne.
Os Vingadores
Curti: Emily VanCamp, enfim, surge como uma das grandes atrizes de séries. Bondade e maldade, em apenas um olhar, um gesto, tornam a personagem principal de Revenge na nova queridinha da audiência norte-americana. Curti também que na próxima temporada, alguns personagens sem função na série não voltam. Ops, spolier?
Não Curti: As séries podiam ser feitas como na HBO, com menos episódios. Se até assim, as séries se perdem, imagina com 20, 22 ou mais episódios por temporada? Por séries mais enxutas e menos perdidas.
1 comentários
Muito bem feita uma produção fora de série , curto muito apesar de ser ficção tem bastante coisas realidade , principalmente sobre o jogo do poder.
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