Elas cresceram em frente às câmeras, praticamente na mesma
época. Foram dadas como rivais, participaram de grandes séries do Disney
Channel e, como acontece com praticamente qualquer menina que aparece no canal,
se aventuram pela música. Agora, Selena Gomez e Miley Cyrus querem provar que
estão mais maduras, não são tão inocentes e que namoram e separam dos
respectivos na hora em que querem.
Com tantas coisas em comum, as duas inventaram de mostrar
novas músicas na mesma semana. Primeiro foi Miley. Depois de sucessos radiofônicos
como The Climb, See You Again e Party in the USA, voltados completamente ao
gênero pop, Miley trabalha numa nova proposta, que começou com o corte de
cabelo. Aliás, corte que, particularmente, curti bastante. Desde a última
segunda, podemos ouvir We Can’t Stop, que fará parte do novo CD da
cantora/atriz. O single é diferente de qualquer outra música de Miley. Uma
mistura de estilos que muda durante a canção: tem levada hip-hop, uma leve pitada
de dubstep e também de eletrônica.
A letra enfatiza a fase festeira da artista, menos ligada no que as revistas de fofoca divulgam. Miley já deixou claro que deve seguir por essa linha no novo álbum. Fazem parte da produção o talentoso Pharrel Williams e também Hit-Boy, nomes que colaboram com outros artistas pop como Brintey, Eminem e J-Lo. A canção fica na cabeça e vai crescendo aos poucos. Não é uma paixão à primeira vista, mas se tocar no carro ou na festa, é daquelas pra cantar junto, sem medo de ser feliz ou de a pessoa no carro vizinho te olhar torto. Desnecessário mesmo só a frase: And everyone in line in the bathroom / Trying to get a line in the bathroom. Uma clara alusão ao uso de drogas, frase semelhante à usada em outra música de Pharrel, Everyone Nose (All The Girls Standing In The Line For The Bathroom).
A letra enfatiza a fase festeira da artista, menos ligada no que as revistas de fofoca divulgam. Miley já deixou claro que deve seguir por essa linha no novo álbum. Fazem parte da produção o talentoso Pharrel Williams e também Hit-Boy, nomes que colaboram com outros artistas pop como Brintey, Eminem e J-Lo. A canção fica na cabeça e vai crescendo aos poucos. Não é uma paixão à primeira vista, mas se tocar no carro ou na festa, é daquelas pra cantar junto, sem medo de ser feliz ou de a pessoa no carro vizinho te olhar torto. Desnecessário mesmo só a frase: And everyone in line in the bathroom / Trying to get a line in the bathroom. Uma clara alusão ao uso de drogas, frase semelhante à usada em outra música de Pharrel, Everyone Nose (All The Girls Standing In The Line For The Bathroom).
O novo single, Slow Down, segue a mesma fórmula de outras canções que podemos ouvir à exaustão nas rádios. Na letra, ela fala que quer sentir o corpo do amado a noite toda. Safadinha! Diferente de Miley, Selena avisa que quer dançar. A música não mede esforços: te leva pra balada em que, com certeza, a próxima música a ser tocada será uma da J-Lo feat. Pitbull. Farofa, genérica, nada de novo no cenário musical, mas que vai marcar uma transição na carreira de Selena.
Curti: A tentativa de Miley em não lançar algo simplesmente
porque está na moda e a vontade de Selena em demonstrar algum talento musical.
Não Curti: Precisa mesmo fazer qualquer apologia ao uso de
drogas? Isso demonstra crescimento de algum artista? Eu hein...
2 comentários
Concordo com você no quesito não curti: que modinha mais sem graça essa de fazer o uso de drogas parecer "cool". A Rihanna é outra que vem apelando pra isso há um bom tempo.
ResponderExcluirNão consigo entender o porquê... :/
Não que eu pense que a Rihanna esteja certa apelando para esse tipo de coisa - até porque não conheço o trabalho dela tanto assim.Mas o buraco com a Miley é mais embaixo. Querendo ou não ela ainda é exemplo para toda uma geração (incluindo eu). Referência pessoal e musical. Ela já deixou bem claro que não pode ser domada, que não é mais um robô da Disney e que adora uma proibidona. Forçou, né?
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