Uma garota simples, do
interior que tem o sonho de virar uma grande cantora. A história de conto de
fadas é a realidade de algumas estrelas, entre elas Carrie Underwood. Tudo
mudou quando a cantora, 30 anos, de Oklahoma, mandou um vídeo pro American Idol,
concurso de calouros com filiais no mundo todo (no Brasil virou Ídolos no SBT e
agora na Record).
Nas audições, os jurados
sabiam que observavam uma das melhores vozes que já passaram pelo programa.
Além do poder vocal, Carrie tem técnica e soube aprender direitinho o que era
repassado durante as eliminatórias. Derrotou os adversários, saiu campeã, mesmo
que a vitória não fosse sinônimo de sucesso. Mas Carrie, equipe e gravadora
souberam/sabem bem trilhar o caminho do estrelato.
Em 2005, o primeiro single após
o American Idol foi Jesus, Take the Wheel. Numa época em que as vendas digitais
começavam a ganhar destaque, o single vendeu bem e foi um dos pioneros a ter
destaque nesse mercado online. Sucesso
que não ficou restrito ao público e às rádios country, gênero de Carrie. Desde
então, são seis Grammys, quatro álbuns e o título de cantora do American Idol
que mais vendeu na América do Norte (mundialmente, Kelly Clarkson vendeu mais).
Diferente de outras cantoras
do gênero, que sempre se aventuram pelo pop pra vender mais, Carrie, por
enquanto, não caiu nessa armadilha de falta de personalidade. Os maiores
sucessos dela, que também chegaram às paradas pop, tem como base o puro
country, que está lá, nas produções, fácil de ser identificado.
Como se todo o sucesso,
prêmios, dinheiro não fosse suficiente, Carrie tem o carinho dos grandes
artistas. A prova está aí embaixo, no vídeo em que ela canta com os Rolling
Stones o clássico It’s only Rock’n’roll. Inteligente, ela sabe que isso é uma
participação e não deve vir com um som mais rock no próximo CD. Sábia Carrie!
Curti: Carrie e Rolling Stones Não curti: camiseta clichê
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